sábado, 16 de maio de 2015

Apresentações

A aula da última quarta feira (13/05/15) foi voltada para as apresentações tanto dos trabalhos como das atividades que o professor havia proposto.
 
Neste dia apresentaram:
Eliezer - Trouxe um exemplo do site para baixar músicas
Álvaro - Focou mais nos tipos de hipertexto
Josimar - Trouxe exemplos de tipos de hipertexto
Nildo - Mostrou exemplo de tipos de links, tipos de hipertexto e um hipertexto no Word que ele produziu.
 
Gostei da apresentação de todos os colegas, principalmente do Nildo porque ele foi muito objetivo e como eu não havia visto as apresentações da aula passada, o trabalho dele (o blog também) me auxiliou nas minhas atividades. Foram muito boas as questões levantadas durante a apresentação dele pelo João Vitor e pelo professor.
 
Na segunda parte da aula houve a apresentação do trio "Caçadores de Hipertexto".
 
Então vamos lá, já vou deixar aqui nesta postagem as minhas contribuições.
 
Abaixo segue o meu hipertexto que será apresentado em sala de aula no Word, sem utilizar a internet. Aqui os links seguirão páginas on line.
 
  
WebQuest
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
WebQuest (do inglês, pesquisa, jornada na Web) é uma metodologia de pesquisa orientada para a utilização da internet na educação, onde quase todos os recursos utilizados para a pesquisa são provenientes da própria web[] compreendendo assim uma série de atividades didáticas de aprendizagem que se aproveitam da imensa riqueza de informações do mundo virtual para gerar novos conhecimentos. Trata-se de uma proposta feita em 1995 pelo professor Bernie Dodge, da Universidade de San Diego, com a participação do seu colaborador Tom March.
Geralmente a webquest é elaborada por um professor com questões para serem solucionadas pelos alunos de ensino fundamental, médio ou superior. Ela sempre parte de um tema onde se delinearão as tarefas, que envolve consultar fontes de informação como livros, vídeos e mesmo pessoas a entrevistar, entretanto, são mais comuns sites ou páginas na internet. Essas fontes são, em geral, selecionadas pelo professor.[]
Para desenvolver uma webquest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da web. Os passos para a criação da webquest são os seguintes:
Introdução: Nela você deverá apresentar as informações básicas da pesquisa aos alunos, orientando-os sobre o que vão encontrar na atividade proposta. Além disso, tem como objetivo despertar o interesse deles para realizar o trabalho, motivando-os para começar;
Tarefa: Descrever o que os alunos deverão elaborar durante o projeto, propondo um percurso a ser percorrido até o final dele, sem, entretanto, dá-los um produto pronto/acabado;
Processo: Fornecer descrições das etapas que os alunos deverão seguir para a realização do trabalho, incluindo orientações sobre como subdividir as tarefas;
Recursos: Disponibiliza aos alunos uma lista de referências bibliográficas a serem consultadas para a realização das tarefas.
Conclusão/Orientações: Corresponde à finalização da tarefa proposta. Nela o professor deve apresentar um resumo que levará o aluno à reflexão da atividade com o objetivo de reconhecer o que foi aprendido.
Avaliação: Um tópico bastante comum na webquest é o intitulado de avaliação. Nesse tópico, o professor irá explicar os critérios que serão utilizados para avaliar o desempenho do aluno para com o seu trabalho. Após a elaboração desses tópicos, basta que o criador da webquest poste-a na internet. Como dito anteriormente, para fazer isso, será preciso hospedar a webquest num servidor.
 
 
Tipos de Links
 
A partir da leitura do texto "Tipos de Links" o professor nos desafio a encontrar novos tipos de links e nomeá-los.
 
"Bicão"
 
Chamei de "Bicão" porque eu cliquei em um vídeo e apareceram mais três com títulos semelhantes para que eu também assistisse.
 
 
"Farpa"
 
Chamei esse de "Farpa" porque assim como toda farpa é pequena, mas incomoda bastante, para mim esses espacinhos que esses links tomam muitas vezes me incomodam bastante.

 
 
 
Tipos de Hipertexto
 
Sequencial
 
Esse é um teste vocacional da editora Abril. É um hipertexto sequencial porque cada página só pode ser aberta quando você termina de responder as perguntas da página anterior, gerando uma sequencia.

 
 
Em Rede
 
Site parecido com o Wikipédia, dá acesso a muitos outros sites de diferentes conteúdos.
 
 
 
Hierárquico
 
Site da Globo na seção novelas, gera um série de links que são organizados de forma hierárquica.



 
Reticulado
 
Blog da Superinteressante abre páginas dentro do próprio blog ou páginas de "parceiros".

 
 
 
 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

The Language of Digital Genres – a Semiotic Investigation of Style and Iconology on the World Wide Web


Antes do professor dividir os grupos, já havia impresso alguns textos que me chamaram atenção e um deles foi “The Language of Digital Genres – a Semiotic Investigation of Style and Iconology on the World Wide Web".

O texto fala sobre o estudo da image, os atributos que determinam a identificação de algo e o uso de metáforas que nos ajudam na compreensão de um sentido através de outro sentido.

O texto também aborda um pouco sobre os ícones digitais que utilizamos no Word, por exemplo, ali temos um papel que representa um documento em branco, temos nossa tesoura para recortar, temos uma pasta para os documentos (para nós linguistas, textos) entre outros.

Outra questão foi a comparação do layout de sites de diferentes culturas. Um layout de um site chinês e um site americano, por exemplo, vão priorizar coisas diferentes em sua estrutura. No site chinês destaque para imagem e boxes bem definidos. Já no site americano uma página mais clean priorizando as manchetes mais importantes.

Nesse sentido percebi que os dois layouts já estão bem desatualizados (o texto é de 2000 e o acesso no site de 1999). Muita coisa mudou, o layout completamente novo inclusive com novos elementos como o vídeo, a página mais dinâmica.
 
Visitei os dois sites hoje e segue abaixo a foto de como está agora o layout. Vou esperar pelas considerações dos colegas visto que eles vão aprofundar as discussões no grupo!
 
 
 
 
 
 
 

Queria muito ter participado


Não pude comparecer a aula do dia 06/05/15, pois estava com meu filho (2 anos) doente em casa. Mesmo assim, falei com alguns colegas sobre a aula e, é claro, fui visitar os blogs para me inteirar sobre o conteúdo.

Nesta aula o professor dividiu 1º textos entre os alunos para uma apresentação. Alcilene, Aléssia e eu ficamos com o texto “Gêneros digitais: as TICs como possibilidades para o ensino de língua portuguesa. No mesmo dia entramos em contato pelo whatsapp para organizarmos nosso trabalho.

Pelo que vi, houve as apresentações dos colegas Luziana Mércia, Musiliyu Oyedeji, Aléssia Pontes, Cristiane Gomes e João Vitor.

Os textos que serão apresentados são:

1-Critérios para o estudo de reelaborações de gêneros em redes sociais;

2-The Language of Digital Genres – a Semiotic Investigation of Style and Iconology on the World Wide Web;

3-Linguagem e tecnologia digital: novos gêneros textuais;

4-Analysing the rhetoric of digital genres;

5-Digital Genres, New Literacies and Autonomy in Language Learning;

6-Digital genres: a challenge to traditional genre theory

7-Os gêneros textuais digitais no ensino/aprendizagem da webliteratura: o caso weblogs; 

8-Gêneros Digitais: as TIC como possibilidades para o ensino de Língua Portuguesa;

9-Os gêneros digitais e os desafios de alfabetizar letrando;

10-Gêneros textuais no contexto digital e educacional.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Redes Sociais X Comunidades

 
 
Nesta aula (29/04/15), o professor fez algumas indicações de leitura como Escolas de Redes de Augusto Franco e Redes Sociais de Raquel Recuero.
 
Fez também o convite para o 3º Encontro de Editores da Área de Letras e Linguística. Utilizando a própria página do Facebook do evento, explicou que o fato de alguém estar no Facebook, não quer dizer que está numa rede social. Na rede social há interação, as pessoas relacionadas tem contato próximo, interação. Ele também criticou esse comportamento das pessoas curtirem as publicações. Cada curtida não representa que a pessoa comunga da mesma opinião de quem postou. Muitas pessoas curtem postagens de tragédias até mesmo porque não existe a opção para "não curti".
 
Foi abordado um pouco sobre o conceito de Comunidade (século XIV) que pode ser física e virtual. A Rede Social tem força, a Comunidade, não.
 
A partir das TICs há o surgimento de vozes sociais. Nas redes sociais os relacionamentos são fugazes. Você pode participar e deixar de participar quando quiser, você decide quando e como participar.
 
 
 
 
 

Apresentações



No dia 22/04/15, tivemos as apresentações das colegas Flávia Karolina, Dayanne Teixeira e Noberta Silva.
 
A colega Flávia Karolina falou sobre texto, linguagem falada, escrita e imagem. Discordou sobre a concepção de Xavier de que o leitor também seria coautor do hipertexto e também de Marcuschi quando disse que tudo era hipertexto. A colega leu um trecho de um livro em que Marcuschi comparava o hipertexto a uma rua do centro de Recife.
 
Ela falou também sobre o desafio sobre a quantidade dos links que devemos colocar em nossos hipertextos, a utilização dos links a partir da tipicidade.
Já a colega Dayanne Teixeira apresentou uma atividade realizada nesta mesma disciplina semestre passado em que ela trouxe exemplos de imagens que não davam consistências aos títulos das notícias, faziam mal uso de todo o espaço que ocupavam sem passar mensagem alguma ou até pior, passavam uma mensagem contrária ao que dizia matéria.
 
 As apresentações finalizaram com a colega Noberta Silva mostrando um pouco do seu blog também criado nesta mesma disciplina no semestre passado. A Noberta usou o blog não só para postar temas ligados a disciplina, mas também postou muitas outras informações sobre temas que ela gosta como as artes.

Não houve aula


Na quarta-feira seguinte (15/04/15) não houve aula devido a paralisação.
 
 

In a Gadda da Vida

 
Segundo dia de aula (08/04/15). Neste dia, o professor Luiz Fernando Gomes fez uma abordagem histórica muito interessante em que pude entender que as primeiras pesquisas sobre o que viria a ser a internet começou na década de 60 com a comutação de pacotes que utilizavam uma variedade de protocolos.

Nessa década, havia o movimento hippie, comportamento coletivo de contracultura. A ordem era não seguir a ordem padrão da sociedade. Era uma crítica aos padrões e contra as guerras também. Os hippies eram contra o racional, seguiam o emocional. O professor citou o exemplo da banda Iron Butterfly, que fez uma música chamada "In a gadda da vida". O nome da música não tem um sentido completo em nenhuma língua.
 




Então o que pudemos compreender que a internet não nasceu com um caráter pedagógico, por isso também o desafio hoje e a resistência do uso pedagógico das TICs.